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sábado, 29 de setembro de 2012

Programa de Orquidófilo

Neste sábado o programa escolhido foi visitar a 27a. Exposição Paraibana de Orquídeas, que está acontecendo no Tambiá Shopping em João Pessoa(PB). A exposição foi organizada pela APO - Associação Paraibana de Orquidófilos. Na ocasião, a APO distribuiu um folder contendo informações sobre Habitats, Plantio, Substratos, Água e Umidade, Luminosidade, Pragas e Doenças e Adubação das Orquídeas, disponível em: http://www.orquideaparaiba.com/orquidea_paraiba9_1.htm.

Confira algumas imagens das plantas expostas:

















terça-feira, 25 de setembro de 2012

CRISE AMBIENTAL

CRISE AMBIENTAL
Explicando porque a crise ambiental da atualidade não pode ser resumida unicamente a intervenções recentes do ser humano sobre o meio.

Buscando a história para interpretar a evolução da crise.
Creditar a responsabilidade da atual crise ambiental unicamente aos impactos recentes causados pelo ser humano é, no mínimo, injusto e sem argumentos sustentáveis.

Já em 1854, na carta que o Cacique Seattle escreveu ao Presidente Norte Americano sobre a proposta recebida para vender a terra onde a tribo sob seu comando habitava, percebe-se de forma clara, a relação exploradora que o homem tinha com a terra, quando ele declara:

"Sabemos que o homem branco não compreende nossos costumes. Uma porção de terra, para ele, tem o mesmo significado que qualquer outra, pois é um forasteiro que vem a noite e extrai da terra aquilo que necessita. A terra não é sua irmã, mas sua inimiga, e quando ele a conquista, prossegue seu caminho".

Quando o naturalista Ernst Haeckel, em 1866, criou o termo ecologia, advinda da junção das palavras gregas oikos, (casa ou família), e logos, (estudo), o fez voltado mais especificamente para os seres vivos. A preocupação naquele momento era estudar esses seres de forma isolada, sem considerar como se relacionavam com o meio ambiente.

Em nome desse estudo muitos animais e plantas foram sacrificados de forma impiedosa. O próprio Haeckel não se incomodava de matar, de forma indiscriminada, animais com esse objetivo. Joseph Hooker, famoso botânico inglês, convenceu seus carregadores a percorrer florestas em busca de orquídeas raras. Além disso, espalhou a notícia, entre amantes dessa planta, que a coleta e venda de orquídeas das florestas era um bom negócio.

Somente depois é que Hackel propôs que a Oecologie em vez de tratar as espécies de formas separadas examine o modo como elas interagem com o ambiente físico e com outras espécies ao seu redor.

No Brasil, apesar da descrição fantástica feita por Pero Vaz de Caminha de nossas belezas naturais, comparando-as ao Éden, Pádua (PÁDUA, JOSÉ in “Natureza e projeto nacional: As origens da ecologia política no Brasil”) observou que a relação dos descobridores estabelecida com a terra foi conflituosa tendo em vista que havia dois olhares.
O da cultura renascentista, que se fascinava com os relatos da viagem e com a possibilidade de alargar conhecimentos através da descoberta de novas terras;
O mercantilista, interessado em ampliar o espaço do comércio, criar novos monopólios, explorar riquezas e aumentar a renda dos Estados nacionais em construção.
O tema natureza serviu para essas duas correntes de forma convergente e antagônica. Prova disso foi que o nome da terra inspirou-se na planta chamada Pau Brasil, sobrepondo-se ao nome religioso original "Terra de Santa Cruz".

Pádua (PÁDUA, JOSÉ in “Natureza e projeto nacional: As origens da ecologia política no Brasil”) relata:
"O Pau Brasil não era uma árvore qualquer, mas sim o primeiro elemento da natureza brasileira passível de ser explorado em larga escala para benefício do mercantilismo europeu. .... O Brasil era um imenso "pau-brasil" uma rica natureza a ser usada e explorada sem preocupação alguma além do ganho imediato".

Essa visão nos custou a destruição das florestas nativas.

Ao referir-se aos ciclos econômicos brasileiros Pádua compara-os ao que hoje chamaríamos de desastres ecológicos. "Repetia-se mais uma vez o ciclo normal das atividades produtivas no Brasil. A uma fase de intensa e rápida prosperidade seguia-se outra de estagnação e decadência". (PÁDUA, JOSÉ in “Natureza e projeto nacional: As origens da ecologia política no Brasil”). E assim aconteceu com o Pau Brasil, a Cana de Açúcar, o algodão o ouro e os diamantes.

José Bonifácio em 1823 já denuncia a situação de destruição de nossas terras, alertando sobre a possibilidade de nossa pátria ficar tal qual os páramos e desertos da Líbia.

O diagnóstico ambiental feito por Nabuco(1880) era bastante desalentador: solos inférteis no Rio de Janeiro, decadências das monoculturas no Nordeste, expansão da seca agravada pelo desmatamento. André Rebouças tinha a mesma visão de Nabuco quanto a situação da natureza no Brasil.

Alberto Torres, em 1914, corroborou com o que José Bonifácio havia falado em 1823, quanto à exploração predatória da terra, à ociosidade da grande propriedade e à ausência de um desenvolvimento da Economia Brasileira.

Rachel Carson em 1962 publica o livro Silent Spring, que causa grande impacto, alertando sobre o futuro de um mundo envenenado por pesticidas. Revela também a mudança nos conceitos de como as atividades humanas impactam o meio ambiente.

Ao longo de toda história nos deparamos com fatos que comprovam que a crise ambiental atualmente existente remonta do princípio da habitação do homem na terra. Vários fatores, ao longo do tempo, vem causando danos cumulativos à terra, provocando-lhe os mais diversos prejuízos.

A interdependência dos inúmeros fatos obriga-nos a pensar de forma global os efeitos que uma ação particular pode desencadear no planeta.

Não podemos nos creditar a culpa pelos estragos, mas também não devemos nos isentar disso. Culpar o curso da história ou outras gerações por essa situação e não fazer nada é o mesmo que entrar em campo no segundo tempo em time que está perdendo sem efetuar esforços para mudar a situação. O sabor da vitória nunca será experimentado e nosso time afundará mais um pouco no ranking geral do campeonato. Soerguê-lo se tornará cada vez mais difícil.

Devemos olhar para o passado para que não cometamos os erros anteriores e tiremos lição dos acertos ou propostas que objetivaram evitar a desarmonia dos homens e do meio ambiente.


domingo, 23 de setembro de 2012

E minha orquídea que não floresce

É muito comum, nas feiras e exposições que participo escutar as pessoas querendo saber o motivo porque suas orquídeas não florescem.

Na revista da AOSP - Associação orquidófila de São Paulo, edição nr. 3, de junho de 2012, Denitiro Watanabe, lista alguns dos motivos para o não florescimento das orquídeas:

1-Doença - Uma planta atacada por fungo ou bactéria, pode não florir, mas pode ser curada com o uso de defensivo adequado.

No caso de virose, a coisa se complica. Em geral recomenda-se o descarte. Todavia, quando se quer manter a planta, alguns cuidados são necessários: isolar a planta para evitar que insetos transmitam o mal. Respingos de água também podem contaminar as demais. A reação de uma planta com virose varia muito, algumas tem aprência saudável, sem nenhuma mancha e deformação na estrutura e que até se multiplicam de maneira robusta mas que jamais darão flores. Outras dão flores, muitas vezes manchadas ou, por vezes, aparentemente normais, mas com dimensões menores que o definido para sua espécie. E vão definhando, cada vez mais ao longo dos anos, até sua morte.
Obs: Ainda não há registro de cura de planta atacada por virose em orquídeas.

2-Variação de Temperatura - Plantas nativas de grandes altitudes (regiões frias) dificilmente se adaptam em regiões que não atinjam baixa temperatura no inverno. É o caso de alguns exemplares de Coelogyne, Cimbidium e Dendrobium. Coelogyne cristata, por exemplo, precisa de uma acentuada queda de temperatura, no inverno, para florir.

Aqui em Natal, quando adquirimos Cymbidium e Dendrobium nobile floridos, normalmente, após floração, eles continuam crescendo, porém as plantas geralmente não voltam a florir devido essa variação de temperatura que não temos.

3-Iluminação - Luz é um dos fatores primordiais para a existência da planta que através dela, atuando como catalisador, realiza a fotossíntese na elaboração de glicose, essencial para a sua sobrevivência e para a de todos os seres vivos.
Quando diminui a incidência da luz solar (excesso de sombra), a planta pode até se desenvolver satisfatoriamente, mas com as folhas verde garrafa e sem floração.
A iluminação direta, também é prejudicial para a maioria das orquídeas. Daí a necessidade de filtrar a luz solar. Em geral, usa-se uma tela de 50 a 70% de sombreamento, telha plástica semitransparente ou ripas na direção norte-sul.

4-Adubo - Cada orquídea deveria receber adubação somente quando está em atividade vegetativa (raízes com pontinhas verdes ou rosadas). Jamais, quando em repouso. Existem orquídeas que não florescem com excesso de adubo.

5-Plantio inadequado - Sempre procure plantar em vaso o menor possível. Isso para permitir a mais rápida drenagem do excesso de água. Raízes de orquídea não aceitam encharcamento por longo período, ficando a planta sujeita a ataque de doenças, apodrecendo e, sem raízes, acaba definhando e morrendo. Na verdade, quando plantamos uma orquídea epífita em em vaso, estamos forçando a sua natureza, pois a sua forma de viver é como epífita, istoé, grudada em troncos de árvore com suas raízes livres, se fixando ao longo dos troncos.

Como vimos, são diversos fatores que influenciam para que as orquídeas floresçam. A observação constante das nossas orquídeas é essencial para que identifiquemos o que pode ser alterado no cultivo para que sua orquídea floresça de forma plena e linda.

Essencial é saber o nome da planta que está adquirindo, bem como: necessidade de luz, temperatura em que é cultivada e habitat de origem para que você procure atender essas condições no seu cultivo.



quarta-feira, 19 de setembro de 2012

Feira de Plantas e Flores

A primavera começa em grande estilo no Norte Shopping, em Natal(RN). A 2a. Feira de Plantas e Flores Ornamentais da Zona Norte começa sexta-feira, dia 21.09, e encerra no domingo, dia 23.09.
Além das flores e plantas que estarão disponíveis para serem admiradas e adquiridas, o visitante também pode apreciar um painel vertical produzindo especialmente para o evento.
Máxima utilização do espaço, beleza e diversidade foram conceitos usados no painel, para valorizar as formas de uso das plantas cultivadas pelos produtores do projeto "Plantas Ornamentais e Medicinais do RN", coordenado pelo SEBRAE.
Vale conferir e participar das inúmeras atividades. Compartilho a programação com vocês:

domingo, 16 de setembro de 2012

Cultivo de orquídeas em árvores

Por Maria Gleide Brandão Mendes

Você recebeu uma orquídea de presente, desfrutou da beleza de suas flores e quando acaba a floração o que fazer com ela?
Acredite, muitas pessoas, por falta de informação, não sabem que a orquídea volta a florescer. Conheço casos, principalmente de pessoas que moram em edifícios, que abandonam as plantas no lixo.
É importante frisar que após floração as orquídeas não devem ser descartadas, pois nos próximos anos, na mesma época que floriu, elas podem florescer novamente, caso recebam os cuidados necessários ao seu desenvolvimento.
Uma boa forma de preservá-las, sem maiores cuidados, é fixá-las em árvore ou arbusto. Caso não possua árvore em casa, elas podem ser fixadas na arborização pública.

Preparando a orqúidea
Retire a orquídea do vaso, com cuidado para não machucar as brotações e raízes vivas. As raízes vivas apresentam uma pontinha verde.
Foto: Mica Mendes

Limpe a planta, retirando raízes mortas,haste floral e folha secas. As raízes mortas normalmente soltam-se quando as puxamos na limpeza.

Escolhendo a árvore
Escolher, de preferência, árvores que possuam tronco rugoso, que não descasquem; com copa não muito grandes de forma que a planta receba uma boa luminosidade, sem sol direto.

Fixando a planta
Fixe a orquídea com as raízes diretamente no tronco. Utilize meia ou tecido finos, fitilho plástico ou barbante. Nunca amarre com arame ou fio de nylon para evitar lesões nas raízes. As gemas e brotos devem ser fixados para fora do tronco para que possam crescer.

Exemplos de orquídeas fixadas em árvores:


Brassavola
Foto: Mica Mendes

Brassavola e Dendrobium anosmum em Jasmim Laranja
Foto: Mica Mendes

Essa prática favorece a preservação dessas plantas e enche de beleza sua cidade.

Flores e Cores

Tive a sorte de nascer na primavera, estação que as flores surgem de forma esplêndida e em maior intensidade. É como se o jardim inteiro se preparasse para me homenagear. É sempre uma festa de formas, cores e perfumes. Divido com vocês uma mostra dessa natureza:

sábado, 15 de setembro de 2012

Princípios da Educação Ambiental

Por Maria Gleide Brandão Mendes.
Segundo Naná Minnini Medina a expressão “Educação Ambiental” (Enviromental Education) foi utilizada pela primeira vez na “Conferência de Educação” da Universidade de Keele, Grã-Bretanha, em 1965. Porém, foi na “Conferência de Estocolmo” , importante discussão internacional realizada em 1972 sobre desenvolvimento e ambiente, que o tema foi incluído nas discussões mundiais.
A necessidade de elaborar-se uma política Mundial de Educação voltada para os cuidados com o Meio Ambiente constou da “recomendação 96” dessa Conferência. Em cumprimento a essa recomendação realizou-se em 1977, a 1a Conferência Intergovernamental sobre Educação Ambiental em Tbilisi, Geórgia. O Encontro foi organizado pela UNESCO dentro do PNUMA e definiu objetivos, princípios orientadores e estratégias para a Educação Ambiental.
Partindo dessas definições foi elaborado, pelas ONGS, um documento no Fórum Mundial, na CNUMAD Rio Eco-92 - “Princípios da Educação para Sociedades Sustentáveis e Responsabilidade Global” - que norteia as práticas de Educação Ambiental em diversos países, Anexo 1.
Os 16 princípios contido no documento englobam temas de caráter amplo, desde o direito elementar à educação, consagrado para todos; O respeito às culturas locais; Estímulo à igualdade e cooperação; Trata de questões globais relacionados ao meio ambiente e desenvolvimento como: degradação da flora e fauna, fome, saúde, democracia e população; Adota como base o pensamento crítico, que proporciona o crescimento dos indivíduos e sociedade; Dentro de uma perspectiva holística.
Explicação mais detalhada será dada aos quatro princípios básicos da Educação Ambiental: Não-Neutralidade; Interdisciplinaridade; Valorização Estético-Cultural e Cidadania.
Princípio da Não-Neutralidade – Mostra a Educação Ambiental como uma ação política, que incentiva a participação de todos nas decisões sobre os assuntos da comunidade onde se insere. Incentiva à população a tomar partido nas questões comuns.
Princípio da Interdisciplinaridade – Incentiva a participação de atores ligados às diversas áreas do conhecimento de forma a proporcionar múltiplas visões sobre os assuntos a serem estudados, tomando as decisões devidas tendo como base opiniões e conceitos diversificados. Esse princípio transforma a educação ambiental em instrumento que possibilita análise ampliada, integrada, crítica e detalhada dos problemas.
Princípio da Valorização Estético – Cultural – Valoriza as diferentes culturas e raças e os seus conhecimentos sobre o meio onde vivem, aproveitando esses conhecimentos, muitas vezes, repassados através de gerações, em proveito da Sociedade. Aqui as diferentes formas culturais entrelaçam-se em uma imensa “colcha de retalhos”, onde cada “pedaço”, dentro da sua especificidade, participa e compõe o todo de forma harmoniosa e conjunta.
Princípio da Cidadania – Esse princípio parte do pressuposto que é necessário a participação efetiva de cada indivíduo nos processos comunitários. Quando se permite que alguém decida por nós, concorda-se com essa decisão e arca-se com a responsabilidade desse fato. A cidadania exerce-se no dia a dia, participando dos processos, opinando sobre as causas e soluções dos problemas, fazendo a parte que nos cabe na construção de um mundo melhor, mais justo e humanitário. Ao adotar princípios tão amplos a Educação Ambiental coloca-se diante dos imensos desafios do ser humano de forma abrangente, procurando enfrenta-los de maneira integrada, não se esquecendo do seu papel de “Ser” integrante desse ambiente. Assim, o que se procura estudar e ensinar é a forma como a “natureza humana” deve atuar e inserir-se nessa grandiosa “natureza natural”.

Anexo 1 Princípios da Educação para Sociedades Sustentáveis e Responsabilidade Global
1. A educação é um direito de todos, somos todos aprendizes e educadores.
2. A educação ambiental deve ter como base o pensamento crítico e inovador, em qualquer tempo ou lugar, em seus modos formal, não formal e informal, promovendo a transformação e a construção da sociedade.
3. A educação ambiental é individual e coletiva. Tem o propósito de formar cidadãos com consciência local e planetária, que respeitem a autodeterminação dos povos e soberania das nações.
4. A educação ambiental não é neutra, mas ideológica. É um ato político, baseado em valores para a transformação social.
5. A educação ambiental deve envolver uma perspectiva holística, enfocando a relação entre o ser humano, a natureza e o universo de forma interdisciplinar.
6. A educação ambiental deve estimular a solidariedade, a igualdade e o respeito aos direitos humanos, valendo-se de estratégias democráticas e interação entre as culturas.
7. A educação ambiental deve tratar as questões globais críticas, suas causas e inter-relações em uma perspectiva sistêmica, em seus contextos social e histórico. Aspectos primordiais relacionados ao meio ambiente e ao desenvolvimento tais como população, saúde, democracia, fome, degradação da flora e fauna devem ser abordados dessa maneira.
8. A educação ambiental deve facilitar a cooperação mútua e eqüitativa nos processos de decisão, em todos os níveis e etapas.
9. A educação ambiental deve recuperar, reconhecer, respeitar, refletir e utilizar a história indígena e culturas locais, assim como promover a diversidade cultural, lingüística e ecológica. Isso implica uma revisão da história dos povos nativos para modificar os enfoques etnocêntricos, além de estimular a educação bilíngüe.
10. A educação ambiental deve estimular e potencializar o poder das diversas populações, promover oportunidades para as mudanças democráticas de base que estimulem os setores populares da sociedade. Isto implica que as comunidades devem retomar a condução de seus próprios destinos.
11. A educação ambiental valoriza as diferentes formas de conhecimento. Este é diversificado, acumulado e produzido socialmente, não devendo ser patenteado ou monopolizado.
12. A educação ambiental deve ser planejada para capacitar as pessoas a trabalharem conflitos de maneira justa e humana.
13. A educação ambiental deve promover a cooperação e o diálogo entre indivíduos e instituições, com a finalidade de criar novos modos de vida, baseados em atender às necessidades básicas de todos, sem distinções étnicas, físicas, de gênero, idade, religião, classe ou mentais.
14. A educação ambiental requer a democratização dos meios de comunicação de massa e seu comprometimento com os interesses de todos os setores da sociedade. A comunicação é um direito inalienável e os meios de comunicação de massa devem ser transformados em um canal privilegiados de educação, não somente disseminando informações em bases igualitárias, mas também promovendo intercâmbio de experiências, métodos e valores.
15. A educação ambiental deve integrar conhecimentos, aptidões, valores, atitudes e ações. Deve converter cada oportunidade em experiências educativas de sociedades sustentáveis.
16. A educação ambiental deve ajudar a desenvolver uma consciência ética sobre todas as formas de vida com as quais compartilhamos este planeta, respeitar seus ciclos vitais e impor limites à exploração dessas formas de vida pelos seres humanos.
Fonte: : http://www.ibire.org.br/principios_educacao.htm em 07/06/2005. Lista de Abreviaturas CNUMAD (Conferência das Nações Unidas sobre o Meio Ambiente e Desenvolvimento (Cúpula da Terra) ONGS (Organizações não governamentais) PNUMA (Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente) UNESCO (Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura)